Política pública só faz sentido quando fortalece famílias, gera oportunidades e diminui a pobreza, defende Viviane Luiza
26/06/2026 15:52

Por: Redação Veja Folha | São Gabriel do Oeste
“Essa é minha missão de vida”, assim descreve a historiadora, antropóloga, gestora pública e pré-candidata a deputada federal Viviane Luiza ao comentar sua trajetória na construção de políticas públicas voltadas à Cidadania em Mato Grosso do Sul, secretaria que comandou até o início de 2026. “Eu rodei os 79 municípios e entendi que as políticas públicas só valem quando fazem sentido na casa das pessoas, no fortalecimento das famílias, na geração de oportunidades e na redução da pobreza.”
Viviane Luiza trabalha com as comunidades indígenas há 20 anos e destaca que o diálogo constante é fundamental. Enquanto esteve à frente da Secretaria de Estado da Cidadania, a pré-candidata cita as comunidades indígenas de Mato Grosso do Sul e a população ribeirinha de Corumbá como exemplos de públicos com os quais manteve diálogo permanente ao longo de sua gestão.
Na questão indígena, Viviane menciona projetos relacionados ao acesso à água, cuja escassez era um problema recorrente. Em relação aos ribeirinhos, foi identificada a dificuldade de acesso à educação, já que os estudantes tinham a possibilidade de estudar apenas até o 6º ano.
“É nisso que eu acredito, quando a gente resolve questões fundamentais. A gente sabe que muita coisa pode ser feita, que é possível fazer, e que isso depende da vontade, da qualificação e do desejo genuíno de oferecer o melhor para o cidadão.”
Em relação aos jovens, a ex-secretária destaca que a Secretaria de Estado da Cidadania promoveu uma política pública voltada à formação de grêmios estudantis. Atualmente, são 341 grupos que recebem apoio para desenvolver boas práticas de combate à violência doméstica contra mulheres e meninas, além de mecanismos de promoção da cidadania e da construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
“Hoje existem grêmios dentro das comunidades indígenas, em escolas estaduais localizadas em quilombos, entre os ribeirinhos, nas periferias e nos municípios do interior. Ou seja, todos têm acesso às mesmas oportunidades de formação. O que me traz até hoje, aqui, é abrir esses caminhos”, reforça.
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