Jovem é preso e adolescente apreendido em MS por tentativa de homicídio em Santa Catarina

21/07/2026 16:10
Dois rapazes presos em Iguatemi. Foto: Mes Regional
Presos Iguatemi
Por: Redação Veja Folha |  MS
Um jovem de 20 anos foi preso e um adolescente de 17 anos foi apreendido na segunda-feira (20) em uma propriedade rural de Iguatemi, suspeitos de envolvimento em uma tentativa de homicídio ocorrida no fim de junho, no município de Apiúna, em Santa Catarina. Segundo as investigações, o alvo do ataque era o pai do adolescente.
A ação foi realizada pela Polícia Civil de Santa Catarina com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul para cumprimento dos mandados judiciais. Além dos dois suspeitos localizados em Iguatemi, um terceiro investigado, de 19 anos, se apresentou espontaneamente à polícia catarinense nesta terça-feira (21), onde teve a prisão preventiva cumprida.
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De acordo com a investigação, o crime aconteceu na noite de 29 de junho, na comunidade de Ribeirão Bracinho, zona rural de Apiúna. Os três suspeitos teriam aguardado a chegada da vítima escondidos próximo à residência para realizar a emboscada.
Conforme apurado pela Polícia Civil, o jovem de 20 anos teria efetuado disparos de arma de fogo, atingindo o braço da vítima e realizando novos tiros em sua direção. Em seguida, o investigado de 19 anos teria participado das agressões físicas, enquanto o adolescente permaneceu no local dando apoio à ação.
As investigações apontam que a própria vítima conseguiu registrar parte do ataque por meio de um vídeo gravado em celular. As imagens, somadas a depoimentos, laudos periciais e outros elementos coletados durante o inquérito, serviram de base para os pedidos de prisão e internação provisória autorizados pela Justiça.
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Segundo a polícia, a motivação do crime estaria relacionada a conflitos envolvendo o filho da vítima e um grupo de amigos por causa do uso de motocicletas de trilha sem documentação e conduzidas por pessoas não habilitadas. A vítima costumava repreender a prática e chegou a comunicar os fatos às autoridades, o que teria provocado o agravamento dos desentendimentos.
Durante os interrogatórios, os investigados alegaram ter agido em legítima defesa. A versão apresentada será analisada e confrontada com as provas reunidas pela Polícia Civil, que segue investigando o caso.
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