Casos de estupro disparam e registros aumentam 56,2% em São Gabriel do Oeste; município lidera estatística na região norte de MS

10/07/2026 09:07
Foto: Reprodução / Ilustração
Violência 2
Por: Redação Veja Folha |  São Gabriel do Oeste
Os casos de estupro em São Gabriel do Oeste disparam no primeiro semestre de 2026. De janeiro a junho foram registrados 25 casos no município, números 56,2% maiores que os registrados no mesmo período de 2025, quando foram 16 casos.

Levantamento realizado pelo Veja Folha, com base nos registros do primeiro semestre, mostram que São Gabriel do Oeste lidera a estatística entre os municípios da região norte de MS.

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Veja o número de registros nos municípios da região:
São Gabriel do Oeste: 25 casos
Camapuã: 12 casos
Coxim: 9 casos
Sonora: 7 casos
Rio verde de MT: 6 casos
Rio Negro: 4 casos
Pedro Gomes: 4 casos
Figueirão: 2 casos
O levantamento foi realizado por meio de dados divulgados pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul (Sejusp).
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Ao final de 2025, São Gabriel do Oeste já havia alcançado outra marca preocupante, registrando o maior número de casos dos últimos 10 anos. Ao longo do ano passado foram 34 registros realizados em território São-Gabrielense. Média de aproximadamente 2,8 registros por mês na cidade.
O número supera o recorde anterior, registrado em 2023, quando foram contabilizados 29 casos. A elevação nos indicadores chama atenção das autoridades e reforça o alerta sobre a importância de denunciar e combater esse tipo de crime.
Especialistas e órgãos de segurança ressaltam que os números refletem apenas os casos oficialmente registrados e que muitas vítimas ainda enfrentam dificuldades para denunciar, seja por medo, constrangimento ou dependência emocional do agressor.
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A violência sexual é considerada um crime grave e pode ocorrer em diferentes contextos, muitas vezes envolvendo pessoas próximas à vítima.
Autoridades reforçam que a denúncia é fundamental para que os casos sejam investigados e para que as vítimas possam receber apoio e proteção.
Além disso, denúncias podem ser feitas por meio do telefone 190, da Polícia Militar, ou pelo Disque 180, canal nacional de atendimento e orientação para mulheres em situação de violência.
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