Tesouro Nacional coloca MS entre as melhores gestões do PaíS

23/ 01/22
Tesouro Nacional coloca MS entre as melhores gestões do PaíS
Levantamento da Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Economia, colocou Mato Grosso do Sul entre as melhores gestões do país, com plena capacidade de endividamento e investimentos. Os dados foram divulgados em novembro de 2021 e o Estado ficou com a nota B, conceito que atesta o equilíbrio financeiro e a capacidade de pagar as contas.
Para avaliar as condições financeiras dos estados e municípios, o Tesouro Nacional criou o indicador CAPAG, que verifica se há equilíbrio nos parâmetros de receitas e despesas. Com isso, as notas “A” e “B”, permitem a contratação de empréstimos a juros baixos e com garantias da União. Já quem se classifica com as notas “C” e “D” se tornam inelegíveis para operações de crédito, já que a pontuação indica alto risco.
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Para o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), a conquista é graças às medidas de ajustes adotadas a partir de 2015, ano em que o Estado estava com nota “D” na classificação. No ano seguinte, passou para o conceito “C” e no ano passado alcançou o sinal verde na classificação.
Com isso o Estado tem o aval da União para realizar empréstimos com margem de antecipação da receita chegando a R$ 1,3 bilhão, mas de acordo com o governador “não há necessidade de endividamento nesse momento em que desfrutamos do equilíbrio”.
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Classificação do estados de acordo com o conceito (Fonte: Secretaria do Tesouro Nacional)

Em sete anos, o comprometimento da receita do Estado caiu de 96,47% para 46,3%. Reinaldo destaca que os indicadores da gestão fiscal são fatores que posicionaram Mato Grosso do Sul entre os mais competitivos do país e a meta para este ano é chegar no conceito “A”.
“Mato Grosso do Sul foi além do equilíbrio, alcançou condições para avançar mais, saindo da condição de negativado a Estado com solidez fiscal, permanecendo de pé tanto no período da retração econômica, entre 2015 e 2016, quanto na crise pandêmica. A responsabilidade na gestão fez com que MS recuperasse não só a capacidade de investir, mas também de pagar as contas e fazer entregas à população”, disse Reinaldo.
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