Operação da PF mira grupo criminoso de Ponta Porã suspeito de tráfico internacional e lavagem de dinheiro
19/05/2026 08:30

Por: Redação Veja Folha | MS
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (19) a Operação Lucis, contra uma organização criminosa sediada em Ponta Porã, na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai, investigada por tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.
A ação cumpre nove mandados de prisão preventiva, 32 mandados de busca e apreensão e determinações judiciais de sequestro de bens, imóveis e valores ligados aos investigados.
As ordens judiciais estão sendo cumpridas em Ponta Porã, Campo Grande, Dourados, São Paulo, Guarulhos, Peixoto de Azevedo (MT) e Porto Seguro (BA). Na Capital sul-mato-grossense, uma das ações ocorre em uma residência no Bairro Nossa Senhora das Graças.
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A operação mobiliza equipes da Polícia Federal dos estados envolvidos, além do apoio do TOR (Tático Ostensivo Rodoviário) da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul e do Bope de Mato Grosso.
Segundo a PF, as investigações começaram em dezembro de 2024 após a apreensão de 551,9 quilos de cocaína em Ponta Porã, carga avaliada em aproximadamente R$ 41 milhões. Na ocasião, uma equipe do TOR prendeu um homem de 39 anos e uma mulher de 29 anos suspeitos de guardar o entorpecente em um imóvel próximo à linha internacional.
Durante a ocorrência, os policiais identificaram um veículo Citroën C3 que seria utilizado no transporte da droga. Conforme a investigação, o motorista do automóvel conseguiu fugir para o Paraguai no momento da abordagem.
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O casal preso relatou à polícia que havia saído de Avaré, no interior de São Paulo, após ser contratado para embalar e transportar a cocaína, mas afirmou que só receberia informações sobre o destino final da carga no momento da entrega.
A partir do flagrante, a Polícia Federal aprofundou as investigações e identificou a estrutura da organização criminosa, que atuaria tanto no tráfico internacional de drogas quanto na ocultação e movimentação de recursos ilícitos.
As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos e ampliar o rastreamento financeiro do grupo criminoso.
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