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Guia sexual que incita à submissão ao homem

O ministério do Interior impôs uma pena até três anos de prisão para qualquer pessoa ou entidade que publique a obra intitulada Sexo islâmico, combatendo os judeus para devolver o sexo islâmico ao mundo, um manual de 115 páginas que foi distribuído entre as seguidoras do clube na Indonésia, Malásia e Singapura, de acordo com o diário The Star. 

A divisão de controlo de publicações do ministério justifica a proibição com o facto de o livro pertencer a uma organização vinculada com a seita herética Al-Arqam e dos seus conteúdos violarem as normas da censura oficial.

O guia foi escrito por Hatijan Aam, fundadora do Clube das Esposas Obedientes, que luta para "mudar a percepção que as pessoas têm da poligamia e para que a entendam como algo belo". 

O grupo apresentou-se em público na Malásia em Junho, momento a partir do qual alcançou notoriedade porque defendia que as mulheres devem comportar-se como "especialistas" na cama para preencher os desejos dos seus maridos e manter a sua família unida. 

O guia já foi alvo de duras críticas por parte de grupos muçulmanos, organizações de direitos humanos e governantes. 

Correio da Manhã