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Dengue

Ações contra a Dengue contará com o fumacê em São Gabriel do Oeste

A Prefeitura de São Gabriel do Oeste-MS, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), vem empreendendo uma série de ações para prevenir dengue, zika, chikungunya e febre amarela e combater o mosquito Aedes, transmissor dessas doenças, conhecidas como arboviroses.

Uma dessas ações é a aplicação espacial a Ultra Baixo Volume, o popular carro do “fumacê”, que, está previsto para iniciar nesta sexta-feira (24/01), começando o primeiro de quatro ciclos de aplicação de inseticida nos seguintes bairros: Milani, Jardim Gramado e no Centro, áreas com maiores casos de notificações até o momento.

Nesta ação, um veículo, equipado com uma bomba pulverizadora de veneno, vai percorrer as vias dessas regiões para borrifar as gotículas de um líquido composto por pequenas quantidades de um inseticida capaz de eliminar os mosquitos que estiverem voando no local no momento da aplicação. De três em três dias, o carro fumacê vai percorrer as mesmas áreas para borrifar veneno contra o mosquito.

O fumacê, que segue as diretrizes do Ministério da Saúde (MS), tem como função específica eliminar as fêmeas do mosquito Aedes aegypti e deve ser utilizado somente para bloqueio de transmissão e para controle de surtos ou epidemias.

De acordo com a Coordenadora de Agente Comunitário e Vigilância Epidemiológica, Ilaine Marocco, a administração tem realizado ações de conscientização junto à coletividade e a doença preocupa, mesmo tendo recebido o inseticida e a aplicação posteriormente, em locais onde há maior concentração de casos notificados, sabe-se que o inseticida mata apenas o mosquito adulto, porém o mais importante é combater o foco.

De acordo com a coordenadora Ilaine, hoje o município tem mais de 200 casos notificados neste ano e 7 internações em função da doença, reforçando que essa ação ocorre ao mesmo tempo em que seguem as demais ações de controle do mosquito do município, como as ações de controle focal, por meio da realização de visitas domiciliares em 100% dos imóveis da cidade, durante ciclos bimestrais, seis vezes ao ano.

“O bloqueio de transmissão das arboviroses com fumacê não tem efeito residual e só mata o mosquito que estiver voando no momento da aplicação do inseticida. Então, todos precisam seguir fazendo a sua parte, não deixando que recipientes acumulem água e se tornem criatórios do mosquito”, ressalta Ilaine Marocco.

Já no trabalho de prevenção, os Agentes de Combate às Endemias (ACE) do município realizam visitas e orientam as comunidades quanto à correta destinação do lixo e dos chamados inservíveis, recipientes artificiais descartados indiscriminadamente e/ou que podem acumular água, como pneus, latas, vidros, garrafas, vasos de flores e seus pratinhos, caixas d’água descobertas, cisternas, piscinas e até tampinhas de garrafa e bebedouros de animais.

 

 

 

Fonte: Victor Currales