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Cidades

Coragem foi o motor de quem empreendeu na pandemia

A divisão é muito clara, houve dois grupos de pessoas que investiram em um novo negócio em 2020. Teve aquelas que tinham capital guardado e por conveniência e oportunismo de mercado decidiram investir seu dinheiro e também houve quem se viu afetado pela pandemia e empreender foi a única saída para continuar se mantendo.

Porém, houve também quem investiu em customização de roupas, perfumaria, entre vários outros negócios. Vamos acompanhar então:

Teçá, a marca de moda que virou alimento pelas mãos de André 

André Tristão transformou uma paixão em saída para crise do coronavírus (Foto: Helton Pérez/Vaca Azul Produções)
André Tristão transformou uma paixão em saída para crise do coronavírus (Foto: Helton Pérez/Vaca Azul Produções)

Um dos primeiros exemplos que contamos foi do ator e diretor de teatro renomado, André Tristão, que deu uma “reviravolta”na carreira para atenuar os reflexos negativos da crise causada pelo coronavírus. Com vários projetos parados e queda na receita, André usou outra receita, as da cozinha, para seguir em frente profissionalmente.


Com nome de cidades, Marisa encara crise fazendo lanches no pote

arisa Ferreira segurando os lanches em pote que prepara. (Foto: Paulo Francis)
arisa Ferreira segurando os lanches em pote que prepara. (Foto: Paulo Francis)

Outro exemplo de negativo da pendência que fez um empresário se reinventar é o de Marisa. Após perder cerca de 70% da clientela do restaurante por conta da crise provocada pelo coronavírus, Marisa Ferreira da Silva resolveu apostar na produção de lanches em potes e pizzas dobradas.


Paulistanos abrem café na Capital com referência ao bairro Grajaú

Sócios do Grajá Café (Foto: Henrique Kawaminami)
Sócios do Grajá Café (Foto: Henrique Kawaminami)

 Falamos também sobre a empreitada dos paulistanos muito gente boa Denis Lizardo da Silva e Rafael Rodrigues Alves, ambos com 24 anos. O outro sócio, Luiz Henrique Corbelino, é de Campo Grande.


Perder o emprego na pandemia fez Maisse colorir jaqueta jeans

Peças personalizadas viraram renda para Maisse que perdeu emprego. (Foto: Kísie Ainoã)
Peças personalizadas viraram renda para Maisse que perdeu emprego. (Foto: Kísie Ainoã)

Maisse Pereira, de 33 anos, fez a crise da pandemia florescer um talento remanescido ao longo do tempo: o da customizada.

O trabalho consiste em personalizar peças de roupas, especialmente os jeans. Ela já coloriu shorts, calças, saias e jaquetas. Vale a pensa dar uma conferida.


Desempregado, José aposta no universo geek para vender açaí 

José Rogério Silva Acosta mostrando um açaí no copo com vários recheios. (Foto: Henrique Kawaminami)
José Rogério Silva Acosta mostrando um açaí no copo com vários recheios. (Foto: Henrique Kawaminami)

José Rogério Silva Acosta é mais uma das “vítimas” do desemprego causado pela pandemia do coronavírus em Campo Grande. Em maio deste ano, a empresa onde trabalhava precisou cortar verba e ele foi um dos primeiros da lista a ser despedido. Sem conseguir novo emprego, o jeito foi apostar o dinheiro do acerto no universo geek para se reinventar e abrir uma açaiteria dentro do tema, no Rita Vieira, na tentativa de driblar a crise.

A 2 quadras do McDonald's, família cria hamburgueria para sair da crise

Harrison, Isabella e a pequena Charlotte (Foto: Paulo Francis)
Harrison, Isabella e a pequena Charlotte (Foto: Paulo Francis)

Essa história é linda, assim como a filhinha do Harrison Sobral e da Isabela Sousa Sobral, a Charlotte. A família, que mantinha um negócio de carteirinha de estudante, foi obrigada a abreviar o sonho de montar uma hamburgueria por conta da crise.


Sociedade em pizzaria após 1 ano juntos é bem mais que “casamento”

Juliana e Reno abriram negócio após um ano de namoro (Foto: Paulo Francis)
Juliana e Reno abriram negócio após um ano de namoro (Foto: Paulo Francis)

Poxa, e como não lembrar da história da advogada Juliana Aparecida Silva de Souza e do engenheiro Reno Manenti Vargas, ambos com 28 anos.


Com tempero de quintal, o afeto reina em hamburgueria na calçada

Luis e Emanuelle resolveram investir durante a pandemia abrindo uma hamburgueria com música boa, comida gostosa e muito amor(Foto: Arquivo Pessoal)
Luis e Emanuelle resolveram investir durante a pandemia abrindo uma hamburgueria com música boa, comida gostosa e muito amor(Foto: Arquivo Pessoal)

Outro casal que “elevou” status da relação para sócios foi Luis e a noiva, a advogada Emanuelle Ferreira, que montaram hamburgueria Vila Gomes. O espaço consiste num trailer onde os lanches são preparados, e em mesas postas na calçada em frente a uma casa, no caso a deles mesmo.


Em casa dos anos 70, mulheres servem pratos da culinária indiana

Esse é o tradicional Chana massala de grão de bico. (Foto: Marcela Serra Fotografia)
Esse é o tradicional Chana massala de grão de bico. (Foto: Marcela Serra Fotografia)

A empresária Nadja Toumani  trouxe algo completamente novo para Campo Grande. Apaixonada por conhecer outras culturas e lugares ela transformou um casa antiga dos anos 70, no bairro São Francisco.


Luka perdeu bar na pandemia e agora vende "macarrão na caixinha"

Luka em frente ao delivery Pasta de Luka (Foto: Paulo Francis)
Luka em frente ao delivery Pasta de Luka (Foto: Paulo Francis)

O que a paixão pelo rock’n roll, por pasta italiana e um restaurante delivery tem a ver? O cozinheiro Luka Queiroz, de 34 anos pode contar para gente. Apaixonado pelo estilo musical e dono de várias casas de rock em Campo Grande, Luka teve de “abandonar” a área na qual empreendia por conta da pandemia. Agora, como meio de sustento, montou um restaurante delivery de venda de pasta tipicamente italiana, o Pasta de Luka.

Cuscuz no pote é invenção de Lurdinha para resgatar origens

Lurdinha com um de seus potes (Foto: Arquivo Pessoal)
Lurdinha com um de seus potes (Foto: Arquivo Pessoal)

Lurdinha saiu do Nordeste, mas o Nordeste nunca saiu dela. Natural do Rio Grande do Norte, mas que mora em Campo Grande desde 2000, a potiguar transformou o modo de servir uma das comidas mais tradicionais e sua terra: o cuscuz.


Namorado cria kit “antiestresse” que tem de plástico bolha à cerveja

Kit tem nove itens e até sal grosso (Foto: Arquivo Pessoal)
Kit tem nove itens e até sal grosso (Foto: Arquivo Pessoal)

Depois de um presente para a namorada que passava por uma fase estressante no trabalho, Felipe Monteiro usou a mimo como forma de voltar a trabalhar e ganhar uma grana na pandemia.

Criador do kit antiestresse, o jovem empresário vende uma série de produtos que, juntos, prometem acabar com estresse desse período que estamos passando.